quinta-feira, 15 de março de 2012

TEMA: JESUS, NOSSO PASTOR

Objetivo: Perceber que Jesus cuida de nós em todos os momentos de nossa vida.


Livro "Crescer com Jesus "
 Livro do catequista - págs. 71, 72 e 73


Como nos indica o livro, inciaremos a catequese, logo após invocarmos a Santíssima Trindade e o Espírito Santo, como uma dinâmica, para quebrar o gelo e principalmente darmos a introdução do tema do dia.
E adaptando à nossa realidade faremos assim:
-Distribuiremos para as crianças uma ovelhinha que poderá ser feita de cartolina ou eva, eu achei AQUI, no Blog da Tia Paula, umas lindas.
-Contar a Parábola do Bom Pastor (Jo 10, 11-15) ou uma história parecida, enquanto elas seguram a ovelhinha.
Importante lembrar: Observando as características desta faixa etária, todo encontro deve partir da experiencia de algo concreto.
-Após a mensagem central do tema, perguntar a eles se aceitam ser ovelhinhas de Jesus e eles deverão colocar suas ovelhinhas (com seus nomes) aos pés da imagem de Jesus, em um cartaz ou em uma caixinha.
-Feito isso, todos rezam:
Atividades:
-Realizar a brincadeira da "ovelhinha secreta". Cada catequizando vai até a caixa (cartaz) onde foram colocadas as ovelhinhas e retira uma, cuidando para que não seja a a sua. Ficará com a ovelhinha do amigo, comprometendo-se a rezar por ele durante a semana.
- A ovelhinha também poderá ser colorida ou decorada com restos de lã, algodão ou pipoca.

Sugestão de canto:

Igual à ovelhinha
(Padre Zezinho)

A ovelhinha que se extraviou e se perdeu
Foi encontrada pelo bom pastor e agradeceu
Igual àquela ovelhinha assim também sou eu.

A ovelhinha que fugiu
Do seu rebanho se afastou
Mas o pastor não desistiu
E a ovelhinha encontrou
No ombro amigo do pastor
Ao seu lugar ela voltou
Esta feliz e tem amor
E nunca mais se desgarrou.

Terminar sempre com orações espontâneas e as orações Pai Nosso, Ave Maria, Santo Anjo, etc...

Depois posto as fotos de como ficou nossa atividade.


Aprofundando o tema:


Os símbolos: pastor e ovelhas eram muito usados , na terra de Jesus, eles faziam parte da vida do povo. Por isso mesmo, a profissão de pastor era conhecida por todos. E os filhos, desde pequenos, aprendiam dos pais esse ofício de cuidar das ovelhas. O pastor usava praticamente dois instrumentos: o cajado e o bastão. Ambos eram feitos de pau (tipo vara, um pouco mais grossa). O bastão se diferenciava por uma curva que tinha na ponta. Isso facilitava o trabalho do pastor na hora de recolher e reunir as ovelhas.
   A figura do pastor era tão valorizada porque a ovelha era um animal muito importante na Palestina. Para compreendermos o valor da ovelha naquela região, é só compará-la à importância da vaca para nós. Vamos perceber então para quantas coisas a ovelha servia. 
   Usavam-se sua carne e seu leite na alimentação, e com sua lã, as mulheres teciam e faziam roupas quentinhas e cobertores para o tempo do frio. Da sua pele (couro), faziam-se muitos objetos, como bolsas e sandálias. Além disso, a ovelha era mais que um animal de estimação. Uma grande "amizade" a unia à família de seus donos. Todos a queriam bem e a tratavam com muito carinho, principalmente o pastor! E ninguém gostava de matar uma ovelha.
   Isso só acontecia mesmo em festas muito especiais.

BONS E MAUS PASTORES

   Contudo, havia dois tipos de pastores: os bons e os maus. Os bons, quase sempre eram os donos das ovelhas (rebanho). Dedicavam seu tempo e suas vidas para cuidar bem delas. Pela manhã, levavam-nas ao campo, procuravam para elas as melhores pastagens, água fresquinha e, sombra, onde pudessem descansar. À noite, recolhiam-nas no curral. Protegiam-nas, também, dos lobos e de outros animais ferozes.
   E os maus pastores? Quase todos eram empregados. Por isso, a preocupação deles era com o dinheiro que iam receber do patrão. Interessavam-se muito pouco pelas ovelhas. Um exemplo é a atitude deles diante do inimigo (lobo). Fugiam para salvar suas vidas do perigo, deixando que as ovelhas fossem atacadas, feridas e até devoradas. Além dos animais selvagens, muitos ladrões e assaltantes perseguiam as ovelhas. Nem com eles os maus pastores se importavam.
   O que fez Jesus diante disso? Ele se preocupou, porque sabia que o que acontecia às ovelhas, acontecia também com as pessoas. Por isso, Jesus sentiu que precisava falar ao povo e esclarecê-lo. Foi então que ele contou a parábola do bom pastor, para mostrar ao povo do seu tempo, e também a nós hoje, como devemos estar atentos para reconhecer os dois tipos de pastores. E não é só isso. Jesus ensina ainda como devemos reagir diante deles. E agora, acompanhemos as palavras de Jesus. Você as encontra também no Evangelho de São João, capítulo 10, versículos de 11 a 15. Nesta história, Jesus compara as ovelhas ao povo e se apresenta como o bom pastor. Dá muitas explicações interessantes sobre as atitudes do verdadeiro e do falso pastor.

"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. O mercenário (empregado), que não é pastor, quando vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e sai correndo. Então o lobo ataca e espalha as ovelhas. O empregado foge porque trabalha só por dinheiro e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor: conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou a vida pelas ovelhas."

Então, o que você achou de importante nessa parábola? Deu para notar a diferença na atitude e no modo de agir do bom e do falso pastor?

   Você reparou que Jesus chama a atenção de todos para uma atitude particular do verdadeiro pastor? Ele conhece suas ovelhas, e elas também o conhecem. Por isso mesmo, Jesus nos convida a segui-lo. Reconhecendo-o como o bom pastor, cada um de nós irá descobrir melhor o que significa o amor de Jesus e como ele se preocupa, de verdade, com o nosso bem. Prova disso, foi a sua vida, que ele entregou por todos nós. Especialmente na Páscoa, nós celebramos e lembramos a grandeza desse gesto de Jesus. Sua ressurreição conquistou-nos a vida em plenitude. 
   Ou seja. esta vida, que começa aqui e que cada um de nós recebeu, vem de Deus e nunca acabará. Sem dúvida, isso é algo maravilhoso, que faz a gente crescer e ser feliz.
   Diante disso, você não acha que vale a pena voltarmos ao convite de Jesus? Afinal, quem é que não gostaria de cultivar dentro de si esta vida sem fim? E você sabe como essa vida cresce? Ela cresce a partir de nossas atitudes e gestos de amor, de partilha, de fraternidade, de perdão etc. E nisso, Jesus nos deu exemplo e nos diz: "Sigam por mím. Eu sou o caminho, a verdade e ávida".



Fonte: Família Cristã


2 comentários:

Catequese Kids disse...

Excelente Ivani!
Ameiiii...

Q Deus continue te iluminando e te fortalecendo no amor!

Beijos,
Layse

Anônimo disse...

adorei o blog